Supermercado não perde dinheiro pela sujeira visível. Perde por erro humano.
Quando a limpeza depende só de pessoas, ela falha.
Why Us
O QUE SÃO “VARIÁVEIS INVISÍVEIS” NA LIMPEZA DE SUPERMERCADOS
Variáveis invisíveis são tudo aquilo que não aparece no piso, mas impacta diretamente o resultado financeiro, o risco jurídico e a eficiência da operação.
Controle de gestão não é presença de equipe, não é chão brilhando, não é checklist assinado.
Controle de gestão existe quando a limpeza deixa de ser dependente de pessoas e passa a ser dependente de processo, dados e evidência.
Resultados mensuráveis:
redução de consumo de produtos ou redução de custo operacional
Treinamento e capacitação
agrega valor e cria percepção de profissionalismo
Personalização
planos adaptados ao tamanho e fluxo de cada supermercado.
O QUE É LIMPEZA VISÍVEL (ESTÉTICA)
Limpeza visível é aquilo que:
O QUE SÃO VARIÁVEIS INVISÍVEIS
Variáveis invisíveis são fatores operacionais mensuráveis, mas não perceptíveis visualmente, que determinam:
O QUE DEFINE CONTROLE DE GESTÃO NA LIMPEZA
Controle de gestão não é presença de equipe, não é chão brilhando, não é checklist assinado.
Controle de gestão existe quando a limpeza deixa de ser dependente de pessoas e passa a ser dependente de processo, dados e evidência.






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Valor definido após avaliação técnica
Opção
Após avaliação técnica completa da operação, estruturamos esta proposta com foco em desempenho contínuo, previsibilidade operacional e mitigação de riscos.
Opção
A precificação apresentada resulta de avaliação técnica detalhada, alinhada às normas vigentes, às boas práticas operacionais e às reais necessidades do CONTRATANTE.
Opção
A presente proposta foi elaborada com base em avaliação técnica-operacional realizada in loco, considerando área, fluxo de pessoas, criticidade sanitária, riscos operacionais e necessidade real de cada ambiente.
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FAQ
Porque a limpeza impacta diretamente consumo de insumos, horas improdutivas, retrabalho, desgaste de ativos e risco de multas. Quando não há método, o custo se dilui e ninguém percebe. Quando há controle, o gestor enxerga quanto custa cada metro quadrado limpo, quanto está sendo desperdiçado e onde ajustar. Limpeza sem gestão corrói margem silenciosamente.
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A diferença está na independência do fator humano. Limpeza amadora depende da experiência individual. Limpeza gerenciada depende de POP, checklist técnico, indicadores e auditoria. Se o colaborador sai e o padrão cai, não existe gestão. Existe sorte.
O cliente não analisa o piso; ele reage a odor, sensação de segurança, conforto visual e confiança alimentar. Pequenas falhas geram desconforto inconsciente, reduzem tempo de permanência e impactam decisão de retorno. O cliente não reclama. Ele troca de loja.
Comparar preço por posto, não custo por risco. O barato costuma significar subdimensionamento, falta de treinamento, consumo descontrolado e ausência de evidência. O problema só aparece quando ocorre autuação, reclamação do cliente ou quebra de ativo. A economia inicial vira prejuízo acumulado.
Porque excesso indica desperdício e desgaste de superfície; falta indica risco sanitário. Ambas as situações são falhas de gestão. Supermercados maduros sabem quanto consomem por área, por turno e por m², e usam isso para prever custo, evitar desvio e sustentar auditorias.
Porque cada área tem risco sanitário diferente. Açougue, padaria, hortifrúti e sanitários exigem método, frequência e produto específicos. Tratar tudo igual é erro técnico grave e demonstra imaturidade operacional. Gestão começa quando o gestor reconhece criticidade.